Os músicos
Desde o início a Orquestra é integrada por pessoas de idade e perfil sócio-econômico diferentes que têm em comum a paixão pela viola e pela cultura caipira. A evolução dos trabalhos no entanto fizeram com que a predominância hoje seja de músicos profissionais, especialistas no instrumento, o que dá um diferencial extra na qualidade da produção musical. A Orquestra é uma das raras no gênero que possui em seu quadro, violeiros graduados e pós-graduados. Confira abaixo quem é quem na Orquestra Filarmônica de Violas:
O Diretor -
Em disco autoral ou junto a grupos Ivan Vilela foi indicado a importantes prêmios da Música Brasileira: Prêmio IBAC de Cultura Popular Brasileira (2009). Interações Estéticas – FUNARTE com o cd Do Corpo à Raiz (2009). Prêmio Rival-BR com o cd Orquestra Filarmônica de Violas (2005), indicado na categoria Atitude. Prêmio Sharp com o cd Paisagens (1998), indicado como Revelação Instrumental. Prêmio Movimento de Música Brasileira, melhor disco instrumental do ano e Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) melhor conjunto de câmara com o cd Espiral do Tempo - Anima (1997). Duas indicações ao Prêmio Sharpcom o cd Trilhas - Trem de Corda) 1994. Medalha Carlos Gomes da Secretaria Estadual de Cultura – SP. Medalha Carlos Gomes da Prefeitura Municipal de Campinas. Desde 1996, realiza apresentações no exterior tendo tocado na Espanha, França, Inglaterra, Itália e Portugal realizando concertos e conferências em salas de espetáculos e universidades. É diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas. Endorsed das cordas Giannini, é idealizador da ONG Núcleo da Cultura Caipira e responsável pelo projeto de criação de um curso superior de música que utilize uma metodologia brasileira de ensino, proposta inédita no Brasil, concebida a pedido da Universidade de Taubaté, SP. Compôs a Ópera Caipira Cheiro de Mato e de Chão a partir do libreto de Jehovah Amaral. É professor da Faculdade de Música da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo CMU-ECA-USP, onde leciona História da Música Popular Brasileira e Viola Caipira. Trabalha como pesquisador há mais de vinte anos, enfocando manifestações da cultura popular em Minas Gerais e São Paulo. Consultor musical do Museu da Pessoa no projeto de criação do portal sobre o Clube da Esquina (2004). Curador do seminário Caipira: cultura, identidade e mercado, no Instituto de Artes-UNICAMP (2003) e do Prêmio Syngenta de Música Instrumental de Viola (2004 e 2005). Membro do Conselho Editorial da Revista de Cultura Artística da FEALQ – ESALQ – USP e da Revista Resgate do Centro de Memória da UNICAMP. Atualmente, além do trabalho solo realiza espetáculos com os irmãos Ná e Dante Ozzetti e com a dupla Suzana Salles e Lenine Santos.
O Diretor Adjunto -
João Paulo do Amaral é músico, arranjador, compositor, professor e pesquisador. Em 2001 concluiu seu bacharelado no curso de música popular, na Unicamp, universidade em que, em 2008, foi o pioneiro ao concluir o primeiro mestrado em música sobre viola caipira, pesquisando sobre o violeiro Tião Carreiro. No final de 2008 lança seu primeiro livro/CD didático “Viola Caipira: arranjos instrumentais para canções tradicionais”, projeto premiado no edital Prêmio Ney Mesquita da Cooperativa de Música do Estado de São Paulo. Desde 2005 é professor de Viola Caipira no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (Universidade Livre de Mùsica), lecionando para alunos a partir de 13 anos. Em 2002 ingressou na Orquestra Filarmônica de Violas, atuando como músico, professor-monitor e arranjador. Em 2002 recebeu a Medalha Carlos Gomes (Campinas), mérito pelos serviços prestados à comunidade pelo trabalho com a Oficina de Viola Caipira. Como instrumentista e compositor, em 2002 venceu, na categoria instrumental, o Festival de Música Caipira de Poços de Caldas-MG. Em 2007 foi solista convidado do projeto “Ouvir para Crescer – Música para Todos”, realizado pela Sociedade de Cultura Artística, onde realizou alguns concertos à frente da Camerata São Paulo, sob regência de Daniel Misiuk.
Em 2002 formou o único trio instrumental de violas caipira do Brasil, o Trio Carapiá, trabalho que mescla as matrizes da música caipira com linguagens contemporâneas, sendo responsável pelos arranjos e direção musical. Em 2004 o Trio foi selecionado para integrar o projeto “Face Oculta” (curadoria de Zuza Homem de Mello). Em 2005 o grupo foi selecionado para o projeto Rumos Musicais do Itaú Cultural. Após dividir o palco com músicos de renome em todo o País, tais como Almir Sater, Pena Branca, Inezita Barroso, Ivan Vilela, Orquestra Filarmônica de Violas, Paulo Freire, Fernando Deghi e Levi Ramiro, entre outros, o Trio lança seu primeiro CD “Levante”, que contou com participações especiais como Robertinho Silva, Natan Marques, Ana Luíza Amaral, Luis Felipe Gama, Juliana Amaral e Vinícius Alves. No mesmo ano, o trio excursiona pela Europa a convite da XXIV edição do tradicional Festival Folk Segóvia, na Espanha, além de apresentações em Portugal. Em 2008 o grupo excursiona pelo México. No início de 2009 o grupo se desfaz.
João Paulo também integra o grupo Conversa Ribeira, que realiza pesquisa e faz releituras de canções e tradições caipiras. O grupo já produziu trilhas para o cinema, no filme “Divino Espírito Popular”, de Pedro Abib; participou do documentário “Música em São Paulo: Uma Breve História da Cultura Caipira, com Inezita Barroso, Tinoco e Irmãs Galvão. Em 2007 o grupo excursionou pelo Brasil dentro do Projeto Pixinguinha (Funarte/Petrobrás) e também foi incluído no projeto Rumos Musicais – Itaú Cultural. No final de 2007 o grupo lança seu primeiro CD, “Conversa Ribeira”.
Atualmente João Paulo é responsável pela cadeira de Viola Caipira da Universidade Cantareira.
O monitor -
Vinicius Alves, paulista de São João da Boa Vista, seguiu a linha dos violeiros misteriosos, cheios de picardia. Chapeuzão preto meio que cobrindo os olhos, assim, para valorizar o personagem, Vinícius vai extraindo do instrumento toda musicalidade da história musical caipira do interior do Brasil. Especialista em várias afinações, Vinícius interpreta, compõe, toca e canta com a alma do homem caipira. É solista, arranjador e monitor da Orquestra Filarmônica de Violas desde seu início ocorrido em 2001. Autodidata, desenvolveu uma técnica própria, apurada e única, que fazem dele um dos melhores violeiros do País, na insuspeita opinião da “classe violeirística”. Possui centenas de composições para o instrumento, sendo que em 1998 lançou seu CD “Violas e Veredas”. Como arranjador e instrumentista tem participações em trabalhos dos seguintes músicos: Ivan Vilela, Nilson Ribeiro, Trio Carapiá, Orquestra Filarmônica de Violas e Zé Paulo Medeiros, entre outros. Em 1994 foi o vencedor do Festival da TV Record em Franca, com a música “Passagem. Em 1997 venceu o Mapa Cultural Paulista com a composição “Rezador”. Em 1998 venceu o Mapa Cultural Paulista na categoria instrumentista. Em 2004 foi aclamado pelo público como melhor músico do Prêmio Syngenta de Música Instrumental.
Atualmente é monitor, arranjador e solista da Orquestra Filarmônica de Violas, dirigida pelo músico Ivan Vilela. Vinicius Alves é um dos principais nomes da viola caipira no cenário nacional.
O monitor - Elias Kopcak -
Nascido em 06 de junho de 1975 em Santo André-SP, Elias Kopcak começou a tocar viola caipira em 1996, assim que se mudou para Campinas-SP. Em 2001 participou da criação da Orquestra Filarmônica de Violas, onde atua como músico, professor e monitor. Em 2001 concorreu no festival de Música Caipira de São Bernardo do Campo-SP, conquistando o prêmio de Revelação Instrumental, com composição de sua autoria. Em 2002 criou, junto com João Paulo Amaral e Rodrigo Nali, o Trio Carapiá, grupo instrumental de viola caipira que lançou em 2005 o CD “Levante”, com músicas instrumentais. Com o trio fez diversas turnês pelo exterior, notadamente na Europa (Espanha e Portugal) e no México. Elias Kopcak faz parte do Núcleo da Cultura Caipira, associação que tem como objetivo a divulgação da cultura caipira. Já ministrou diversas oficinas de iniciação musical e atualmente é responsável pela Oficina de Viola Caipira que ocorre no Parque Ecológico de Campinas, dentro do projeto Oficinas Musicais do Governo do Estado de São Paulo. Junto com Rodrigo Nali integra do Duo Catrumano.
O monitor
-Rodrigo da Grava Nali é bacharel em Análise de Sistemas e músico atuando como instrumentista, compositor e arranjador. Aos 8 anos, Rodrigo começou a estudar violão com um professor. Posteriormente tornou-se também guitarrista. Estudou viola caipira com os professores Ivan Vilela e João Paulo Amaral onde apurou sua técnica. Foi integrante da Orquestra de Violeiros de Paulínia-SP, e em 2001 passa a integrar a Orquestra Filarmônica de Violas, como instrumentista e arranjador.
Em 2002, juntamente com outros dois músicos da Orquestra, João Paulo e Elias Kopcak, funda o Trio Carapiá, o primeiro trio exclusivo de viola caipira do Brasil. Em 2005 lançam o CD “Levante”, excursionando pelo Brasil e pelo exterior (Espanha, Portugal e México), para a divulgação de seu trabalho. Tocou com músicos renomados como Natan Marques, Robertinho Silva, Ivan Vilela, Fernando Deghi, Paulo Freire e tantos outros. Atualmente, além de integrar a Orquestra, Rodrigo também compõe o Duo Catrumano, em parceria com Elias Kopcak.
O monitor - Almir Cortes -
É Instrumentista, compositor e pesquisador. Atua como guitarrista profissional há mais de dez anos e é bacharel em Violão Erudito pela Faculdade de Música da Universidade Federal da Bahia, Mestre e Doutorando em Música Popular na área de Práticas Interpretativas da Faculdade de Música da Unicamp, atualmente desenvolve estudos nos Estados Unidos. Dedica-seu também aos estudos de cavaquinho e bandolim. Em contato com a cultura do interior paulista começou a estudar viola caipira e passou a integrar a Orquestra Filarmônica de Violas em 2006, com a qual, atuando como violeiro e arranjador. Em 2005 conquistou o prêmio de melhor música instrumental no III Festival de Música Educadora FM, rádio de cunho cultural ligada ao IRDEB -Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia, com a música “FREVEANDO”. Lançou em 2007 seu primeiro CD solo, o álbum “ALMIR CÔRTES” e em 2008 o CD “Choro da Voz”, com Bel Dias.
Anderson Batista de Jezus
pertence à mais nova safra de violeiros virtuoses do País. Aos 21 anos, toca viola caipira desde tenra idade, aprendendo sozinho os primeiros acordes. Em 2001 ainda na pré-adolescência passou a integrar a Orquestra Filarmônica de Violas e a ter aulas com o professor e violeiro Ivan Vilela. Em 2006 passou no Vestibular para Música, no então inédito bacharelado em Viola Caipira, do Instituto de Música da Universidade de São Paulo – USP, campus Ribeirão Preto. Em 2008 também passou a integrar o quarteto “Viola Arranjada”, ao lado de Ighor Águila, Vinícius Muniz e Thiago Rossi. Instrumentista e compositor, atualmente, além de integrar a Orquestra Filarmônica de Violas é professor e arranjador.
Antonio Carlos Gilli Martins
é músico e professor de matemática. Possui graduação e Bacharelado em Matemática no Instituto de Matemática Estatística e Ciência da Computação da Universidade Estadual de Campinas (1974) , mestrado em Matemática pela Universidade Estadual de Campinas (1977) e doutorado em Matemática pela Universidade Estadual de Campinas (2002) . Atualmente é Professor Assistente Doutor da Universidade Estadual de Campinas. Como músico, fez aulas de piano clássico e posteriormente violão. Há cerca de dez anos iniciou seus estudos de Viola Caipira, sendo que em 2001 passou a integrar a Orquestra Filarmônica de Violas da qual também é fundador. Fez inúmeras apresentações com o grupo, na qualidade de instrumentista e em 2005 participou das gravações do primeiro CD que leva o nome da Orquestra.
Luiz Fernando Milanez
é professor universitário e músico amador. Possui graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (1973), mestrado em Engenharia de Gás - University of Salford, Inglaterra (1976) e doutorado em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (1982). Realizou um Pós-Doutorado na Iowa State University (Ames, Iowa - USA) trabalhando com o Prof. Arthur E. Bergles (1985). É professor titular da Universidade Estadual de Campinas desde 1990, onde iniciou como docente em 1974. Coordenador da Área de Engenharias da Fapesp de fevereiro de 1993 a maio de 2002. Membro do Comitê Assessor do CNPq da área de Engenharia Agrícola, de Alimentos e Florestal de março de 1994 a novembro de 1996 (presidente do Comitê em 1996). Músico autodidata, Fernando Milanez durante mais de 20 anos estudou viola caipira a título de hobby. Em 2003 ingressou na Orquestra Filarmônica de Violas como instrumentista, participando de um grande número de eventos com o grupo.
Giorgio Francisco Gianelli
é estudante secundarista e músico. Um dos mais novos integrantes da Orquestra Filarmônica de Violas, à qual se juntou em 2008, Giorgio Gianelli estuda violão e guitarra com o professor e multi-instrumentista, Almir Côrtes; estuda viola caipira com o professor João Paulo do Amaral e cursa o segundo ano do Conservatório Musical Tom Jobim, a Universidade Livre de Música, em São Paulo – SP. Na Orquestra atua como instrumentista.
Ighor Aguila,
nascido em São Paulo/SP, é cantor, compositor, instrumentista e pesquisador. Bacharel em viola caipira pela Universidade de São Paulo (USP). Desde 2005 é integrante da Orquestra Filarmônica de Violas. Teve aulas com o mestre violeiro Ivan Vilela. Em 2008 passou a integrar como cantor, instrumentista e arranjador, o quarteto “Viola Arranjada”, ao lado dos músicos Thiago Rossi, Anderson de Jezus e Vinícius Muniz.
Maria Luíza Krahenbüll
é bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade de Campinas – Unicamp e música. Iniciou seus estudos musicais com piano clássico, ainda na adolescência. Há 12 anos começou a estudar viola caipira com o professor e músico Ivan Vilela. Em 2001 passou a integrar, como instrumentista, a Orquestra Filarmônica de Violas, da qual também foi fundadora. Em 2002 tornou-se tesoureira do Núcleo da Cultura Caipira, associação sem fins lucrativos voltada à pesquisa, resgate e divulgação da cultura caipira. Em 2004 e 2005 participou das gravações que culminaram com o primeiro CD que leva o nome do grupo. Além de instrumentista, Maria Luiza é atualmente, co-produtora da Orquestra Filarmônica de Violas.
Marceli Ferreira Alves
é formada em piano clássico pelo Conservatório Musical Santa Cecília, de São Paulo – SP. Atua como professora de iniciação musical a crianças há mais de 20 anos. Há dez anos iniciou seus estudos de viola caipira com professores variados. Em 2007 faz aulas de viola caipira com o professor Elias Kopcak e também passa a integrar a Orquestra Filarmônica de Violas, em Campinas, atuando como instrumentista. Atualmente, além de integrar a Orquestra, Marceli ministra aulas de iniciação musical no Colégio Santana, em Vinhedo – SP e musicalização infantil como free-lancer.
Diná Mendes é conhecida professora de violão e tem uma frutífera carreira como concertista neste instrumento. Integrante da Orquestra Filarmônica de Violas desde seu início, a partir de então Diná tem focado seus estudos nas técnicas de execução do instrumento. Integra a linha de frente dos naipes de solistas.
Osório Cardoso.
É o típico violeiro "das antigas". Ainda menino, trabalhando nos cafezais do interior do Estado de São Paulo, "seo" Osório cresceu ouvindo a fina flor da música caipira.
Na adolescência começou a tocar viola, aprendendo de forma auto-didata. Cantor de voz grave e poderosa, formou dupla durante muitos anos com o irmão, "Cardoso e Cardosinho", vindo a se desfazer com a morte do irmão. Integrante da Orquestra também desde o seu início, além de instrumentista, "seo" Osório é também um dos cantores do grupo.
Thiago Rossi
é músico profissional com bacharelado em Viola Caipira no Instituto de Música da Universidade de São Paulo – Campus Ribeirão Preto. Teve sua iniciação musical aos 14 anos, influenciado por amigos violeiros, sendo aluno do professor e violeiro Ivan Vilela. Em 2004 Thiago passou a integrar a Orquestra Filarmônica de Viola de Campinas como instrumentista. Em 2004 e 2005 participou das gravações do primeiro CD, que leva o nome do grupo. Em 2007 formou, juntamente com os companheiros Vinícius Alves, Anderson de Jezus, Vinicius Muniz e Ighor Águila, o quinteto República da Viola, de música instrumental. Em 2009 também passou a integrar, paralelamente, o grupo “Os Pamonheiros”, tocando viola caipira. Atualmente prepara-se para cursar Mestrado na Universidade de São Paulo.
Zé Guerreiro -
Natural de Itapira, desde pequeno José Angelo Rogério Guerreiro, demonstrou afinidade com a viola caipira, iniciando seus estudos com velhos mestres de sua terra natal. Integrante da Orquestra desde 2006, o músico bacharelou-se em Viola Caipira no Instituto de Música da Universidade de São Paulo – Campus Ribeirão Preto. Seu Trabalho de Conclusão de Curso está focado na obra de Gideão da Viola que deverá também ser tema de mestrado. Na Orquestra, além de instrumentista, também atua como arranjador.
Messias de Oliveira,
o "Messias da Viola" é administrador de empresas por formação e profissão, mas violeiro por vocação. Exímio instrumentista e cantor competente, também compõe, sendo responsável por diversas músicas gravadas pela própria Orquestra, bem como outros artistas. Integra o elenco da Orquestra desde sua formação
como instrumentista e cantor.
Vinicius Muniz
- nascido em Santos/SP, é compositor, arranjador, instrumentista e professor de viola caipira. Bacharel em Composição e Regência pela Universidade de Campinas – Unicamp, atualmente prossegue seus estudos em nível de mestrado naquela universidade. Também é pesquisador de técnicas musicais e desde 2002 integra a Orquestra Filarmônica de Violas. Integrou o grupo Karwá de música instrumental, sendo premiado pelo Fundo de Incentivo à Cultura da Secretaria de Cultura de Campinas, que resultou em CD de mesmo nome do grupo. Em 2008 passa a integrar também o quarteto Viola Arranjada, juntamente com os violeiros Ighor Aguila, Thiago Rossi e Anderson de Jezus, que no início do ano lançou CD próprio.
Joaquim Bras Bueno -
"Seu Braizinho", como é carinhosamente chamado, é aposentado e violeiro de longa data, tendo participado de diversos grupos, entre eles a Orquestra Cabocla de Campinas, antes de fazer parte da Orquestra Filarmônica de Violas.
Djalma Guanamby
é baiano e músico profissional. Violonista, cantor e violeiro, também integra a Orquestra Filarmônica de Violas desde seu início. Em sua carreira musical, registra a participação em diversos festivais e eventos, inclusive como compositor.
Wilson Lima
é jornalista, designer, produtor cultural e músico. É fundador, instrumentista, diretor executivo e produtor da Orquestra Filarmônica de Violas, presidente da ONG Núcleo da Cultura Caipira e diretor da WCL Produções Ltda. É responsável pela produção da Orquestra Filarmônica de Violas, considerada a melhor do gênero no País, levando o grupo a apresentar-se em dezenas de cidades dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, nos mais diversos espaços e projetos culturais. Dentre os inúmeros projetos já efetuados,
destaque para a apresentação com público recorde na Sala São Paulo, dentro do projeto “Encontros Matinais”; mediador no 1º Seminário Nacional de Viola Caipira em 2008 (Belo Horizonte, MG); Prêmio do Proac, do Governo de São Paulo, com o projeto “Viola na Trilha dos Bandeirantes”; projeto “Tributo a Tinoco”, com a presença do cantor, no Centro de Convivência de Campinas; Oficinas diversas dentro do programa de Oficinas Culturais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.
Isabel Vilela,
nossa querida "Dona Isabel", é artesã e violeiro e tem 83 anos. É a madrinha da Orquestra. Com seu jeito terno ela esbanja simpatia e vigor, É estudiosa de viola há longo tempo e do alto de sua experiência já compôs diversas canções que ela entoa com maestria. Atualmente encontra-se afastada do grupo em função de problemas de saúde.
Sempre presente
Maria Nanci
por muitos anos emprestou seu talento, sorriso e alegria que deram um colorido todo especial ao grupo. Há dois anos ela foi tocar viola no céu, deixando muita saudade e a certeza de que sua alegria sempre está presente em cada apresentação do grupo.